segunda-feira, 1 de setembro de 2014

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

SIMPÓSIO INTERNACIONAL LINGUÍSTICO-ORTOGRÁFICO DA LINGUA PORTUGUESA


http://www.albdf.com/

   A Academia de Letras de Brasília realizará SIMPÓSIO INTERNACIONAL LINGUÍSTICO-ORTOGRÁFICO DA LINGUA PORTUGUESA, reunindo, em Brasília, representantes das nações que compõem a Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP), Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste, em 10 de setembro de 2014 – Dia Mundial das Línguas.
   O evento tem por finalidade debater e sugerir às autoridades governamentais dos países envolvidos estudos no que concerne à linguística e à ortografia, a fim de proporcionar colaboração democrática na consecução do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, ora sub examine no Brasil, até 31 de dezembro de 2015, conforme Decreto n° 7.875, de 27/12/2012.
   A Academia de Letras de Brasília convidou todas as suas congêneres dos estados brasileiros, bem como as municipais, a integrarem este evento magno para que possam, de forma transparente e democrática, oferecer seus entendimentos, suas críticas e sugestões, enfeixando os mais diversos pensares do território nacional e dos países envolvidos.
    Verdadeiro cadinho a céu aberto, onde os povos possam amalgamar estas matérias, de forma livre, sem amarras institucionais, ofertando aos seus governos subsídios fundamentais.
   O Simpósio Internacional Linguístico-Ortográfico da Língua Portuguesa deverá constituir-se num marco referencial na Capital da Esperança.



Sejam todos bem-vindos!


José Carlos Gentili
Academia de Letras de Brasília



4a Bienal do B - poesia e literatura na rua

A 4a Bienal do B - poesia e literatura na rua, de 24 a 26 de setembro de 2014, no T-Bone, na 312 norte, contará com a participação do acadêmico Giovani Iemini, que falará uns poeminhas no dia 25, quinta-feira, juntamente com outros 99 poetas espalhados pelos 3 dias de evento, que é um ótimo encontro de amigos e uma legítima manifestação da arte popular do DF.

Convite para posse de Antônio Paulo Filomeno

Prezados confrades,

lembro-lhes que, hoje, às 19h30, no auditório da Embaixada de Portugal, haverá a posse do novo confrade Antônio Paulo Filomeno, na Cadeira XXXIII. Ele será saudado pelo confrade emérito Ulisses Riedel.
 
Tarcízio Dinoá Medeiros

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Sorteio de aniversário do Bar do Escritor


Em agosto de 2014 o Bar do Escritor completa 9 ANOS!

Comemorando o aniversário do nosso movimento literário, SORTEAREMOS no dia 31/08 um box com as quatro antologias (Anarquia Brasileira de Letras, de 2009; Brand, de 2010; Terceira Dose, de 2012 e Tomo IV, de 2013) e o Sonetário Barnasiano (de 2011), os cinco livros publicados pelo BdE.

Para participar é simples:
1 - curta a página do BdE no Facebook;
2 - compartilhe esta postagem e
3 - informe nos comentários que cumpriu os itens e está concorrendo.

www.facebook.com/BardoEscritor

Visite o Blog do Bar do Escritor, com textos de literatura publicados diariamente: www.bardoescritor.com.br

ps.: o nome do concorrente deve estar nesta postagem original da página do Bar do Escritor no facebook.

Programa Pampa e Cerrado

O programa Pampa e Cerrado, produzido pelo confrade Raul Canal, levado ao ar no último domingo, 24 de agosto, traz, entre música gaúcha e poesia, a presença de José Carlos Gentili que discorreu sobre o SIMPÓSIO LINGUÍSTICO-ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA, a ser realizado pela Academia de Letras de Brasília, no período de 10 a 12 de setembro próximo, no Auditório JK, da Procuradoria Geral da República. O mesmo programa contém, ainda, entrevista com o acadêmico Tarcízio Dinoá Medeiros sobre a perda e a personalidade de Ariano Suassuna.
O Programa Pampa e Cerrado é transmitido pela TV Brasília, Canal 06, aos Domingos das 12h às 13h. Veja aqui.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

70 anos da Academia Brasileira de Filologia

Bechara e Deoníso Silva estarão no Simpósio Linguístico Ortográfico da Língua Portuguesa
Associação Brasileira de Filologia

sábado, 16 de agosto de 2014

AGRADECIMENTOS

Caríssimas senhoras
Yvone de Almeida ( Presidente do Colégio Brasileiro de Cerimonial)
e Marta Cury ( cerimonialista)

A Academia de Letras de Brasília deseja agradecer o apoio profissional de ambas, como cerimonialistas brasileiras, na consecução do Simpósio Internacional Linguístico-ortográfico da Língua Portuguesa, que realizar-se-á no período de 10 a 12 de setembro próximo.

A magnitude do evento e sua complexidade organizacional impõe o concurso desta profissionalização.

Estamos felizes, reconfortados e seguros do êxito organizacional com a disposição de tão importante estrutura logística ao evento, de forma harmoniosa e cativante.

A Diretoria da entidade e, especialmente o dedicadíssimo Mestre de Cerimônias - acadêmico Fagundes de Oliveira, dão-lhes as boas-vindas, colocando-se ao inteiro dispor no que se fizer necessário.

A Academia de Letras de Brasília, cada dia, coloca um acréscimo no edifício da cultura da Capital da Esperança, movida pelo anseio incansável de bem servir à sociedade.

Sejam bem -vindas e mãos à obra!

Cordialmente

A Diretoria
Academia de Letras de Brasília

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Escola Técnica do SUS Profª Ena de Araújo Galvão


"Em 1986, quando foi criada pelo decreto 3.646, a escola recebeu o nome de Centro Formador de Recursos Humanos para a Saúde. Vinte anos depois, o decreto 12.127 mudou o nome da instituição para Escola Técnica do SUS Profª Ena de Araújo Galvão, uma homenagem à então coordenadora de Ações Técnicas em Educação na Saúde do Departamento de Gestão da Educação na Saúde da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde (Deges/SGTES/MS). Foi também nesse ano que a atual sede da ETSUS, construída com recursos do Programa de Expansão da Educação Profissional (Proep), foi inaugurada. Antes disso, a escola funcionava em duas salas nas dependências na Escola de Saúde Pública Dr. Jorge David Nasser (ESP-MS). O prédio passa atualmente por uma reforma para a instalação de janelas na área administrativa, pintura e paisagismo."

Fonte: http://www.retsus.fiocruz.br/uploadsistema/revista/pdf/revista45.pdf

sábado, 9 de agosto de 2014

Texto de Murilo Moreira Veras




170 anos da Parnaíba - Guarás da Parnaíba


por Murilo Moreira Veras

Na ponta  da  saudade
agoniza
uma  estrela
em morte iluminada.


Na saudade de meus ínvios olhos
eterniza
a dor molhada
em ritmos ligeiros de  pequeno
pranto.




Fonte: http://www.proparnaiba.com/artes/2014/08/170-anos-da-parnaiba-guaras-da-parnaiba.html

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Ariano Suassuna na Visão de Adirson

por Adirson Vasconcelos

O Brasil reverencia a vida e a obra de Ariano Suassuna.
Depois de 87 anos de inestimáveis serviços à cultura brasileira, é convocado, em 2014, no dia 23 de julho, para uma aula-espetáculo nos paramos celestiais.
Paraibano radicado no Recife, Ariano é o autor do Auto da Compadecida, de projeção internacional, seja pelas traduções pelo mundo afora seja pelas imagens da televisão ou do cinema.
Membro da Academia Brasileira de Letras, onde ocupou a Cadeira 32, a partir de 1990, sendo recebido pelo também nordestino Marcos Vinicios Vilaça.
O presidente da Casa de Machado de Assis, escritor Geraldo Holanda Cavalcanti, logo ao receber a notícia, expressou palavras de solidariedade à família, aos membros da ABL e à multidão de amigos e admiradores do consagrado dramaturgo, destacando e valorizando o significado do trabalho de Ariano no resgate da cultura sertaneja e nordestina, através de obras imorredouras.
O crítico Sábato Magaldi considerou o Auto da Compadecida “o texto mais popular do moderno teatro brasileiro”. Autor, também, de A Pedra do Reino, A Farsa da Boa Preguiça, Torturas do Coração. Da Compadecida, ninguém esquece o João Grilo e Xicó! Deu mais um título a Nossa Senhora, a Compadecida. Em 2014, estava escrevendo O Jumento Sedutor.
Para Ariano Suassuna, “a vida é uma coisa bonita; um espetáculo bonito”. Conhecemo-nos, na década de 1950, apresentados pelo jornalista Antonio Camelo e pelo poeta Mauro Mota, na porta do centenário Diário de Pernambuco. Tinha paixão pelas coisas do Brasil, pelo povo brasileiro. Sempre de bom humor. Vivia a simplicidade de um homem sertanejo. Sua esposa, dona Zélia, foi sua fonte de inspiração, de incentivo e de disciplina, principalmente. Em tudo o que fazia, colocava entusiasmo, paixão. Amigo, principalmente dos jovens, que eram seus discípulos. Um retrato de Ariano é bem feito no documentário O Sertão, O Mundo de Ariano Suassuna, do cineasta Douglas Machado, apoiado pela ABL.
Deixa uma obra. É o seu legado a esta e outras gerações. Já está na História. Ariano Suassuna é imortal!

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Evaldo Cabral e Zuenir Ventura disputam a ABL

por Roberta Pennafort - AE

O jornalista Zuenir Ventura e o historiador Evaldo Cabral de Mello vão oficializar esta semana suas candidaturas à sucessão de João Ubaldo Ribeiro na Academia Brasileira de Letras. Ubaldo morreu na última sexta-feira, 18.

A sessão da saudade, que marca a abertura das candidaturas, seria na quinta-feira, 24, mas foi antecipada para esta quarta-feira, 23, por conta da mesa-redonda que celebrará o centenário do acadêmico Evaristo de Moraes Filho. Após a sessão, qualquer brasileiro nato com ao menos um livro publicado pode se inscrever para o pleito, pelo período de um mês. As eleições deverão ser em outubro ou novembro.

A disputa deverá ser mesmo polarizada entre Zuenir, jornalista de 83 anos e autor de best-sellers como 1968: O Ano que Não Terminou e Cidade Partida, e Cabral, de 78 anos e considerado um dos maiores historiadores brasileiros vivos. O primeiro tem cabos eleitorais como Arnaldo Niskier e Merval Pereira; o segundo, Eduardo Portella e Alberto da Costa e Silva.

Os últimos eleitos tiveram mais facilidade: Antônio Torres, que entrou na vaga deixada por Luiz Paulo Horta (1943-2013), e Fernando Henrique Cardoso, que sucedeu João de Scantimburgo (1915-2013), concorreram apenas com candidatos nanicos, sem relevância nacional. Este deve ser o caso de Ferreira Gullar, cuja vitória é dada como certa na eleição para a cadeira de Ivan Junqueira, que morreu no último dia 3.

"Na última eleição, eu tinha resolvido me candidatar, mas como o Antônio Torres, que é meu amigo, estava disputando, eu retirei, pra abrir espaço para ele. Ubaldo era meu amigo, a morte dele foi um choque, então não quero me antecipar muito. Candidato não deve ficar dando entrevista", disse Zuenir.

"Encaro a concorrência naturalmente. Infelizmente, não tive o prazer de conhecer o Ubaldo", comentou Cabral, irmão do poeta João Cabral de Melo Neto (1920-1999), que foi da ABL. Ele não cogitou se candidatar na sucessão do irmão. "Eu não aceitaria. As vagas na ABL não são de família".



Fonte: Estadão Conteúdo

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Zuenir Ventura e Milton Hatoum contam suas experiências do regime militar


Com mediação do comentarista e cronista Sérgius Gonzaga, Zuenir e Hatoum foram questionados sobre suas atividades na literatura e no jornalismo, no período da ditadura militar, para um auditório lotado de escritores locais, fãs e estudantes, que também tiveram oportunidade de fazer perguntas.
Emocionado por ter seu nome no principal espaço da Feria do Livro de Canoas, Zuenir Ventura destacou a receptividade dos canoenses e comentou seu livro “1968: O Ano que Não Terminou”, que retrata fatos conturbados que marcaram o Brasil e o mundo no ano que nomeia a obra. Este livro foi descrito por Sérgius como “uma síntese de jornalismo e história”.

Gerações
O escritor paraibano, que atualmente mora no Rio de Janeiro e é colunista do Jornal O Globo, também falou sobre a obra complementar “1968: O que fizemos de nós”, que faz o comparativo entre as gerações das décadas de 1960 e 2000. Com essa experiência, contou ele, chegou até a ir a uma festa rave. Sobre a principal diferença entre uma e outra geração, Zuenir Ventura citou a sintonia que existia no mundo na década de 1960, que não existe nas atuais tribos que denominam os jovens contemporâneos.
Com o humor sutil que lhe caracteriza, Zuenir Ventura ainda lembrou sua época de estudante universitário e os importantes professores que passaram por sua vida, entre eles o poeta Manuel Bandeira. O convidado de honra da Feira destacou que “o professor pode fazer muito pela leitura”. 

Adaptação
Hatoum, escritor amazonense, que terá seu best seller “Dois irmãos” adaptado para a TV, confidenciou que começou sua carreira como escritor de romances durante o exílio, na Espanha, e comentou que a narrativa de "Dois Irmãos" deve muito a Machado de Assis, um de seus escritores preferidos, ao lado de Graciliano Ramos e Guimarães Rosa. “Os jovens precisam aproveitar mais os clássicos”, afirmou, salientando também que a boa leitura não pode estar relacionada com a obrigação. “A pior coisa é obrigar alguém a ler”, reforçou.

Zuenir Ventura e Milton Hatoum elogiaram a Feira, destacando que iniciativas como essa possibilitam a divulgação de escritores de todo o Brasil e possibilitam a aproximação com o público.
Esta atração da Feira integrou o DNA do Brasil - 50 Anos do Golpe Militar, projeto desenvolvido pela Secretaria Municipal da Cultura (SMC), com apoio do Unilasalle.

Crédito da notícia: Jornalista Rosilaine Pinheiro - MTE 17242
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EVALDO CABRAL DE MELLO
Nasceu no Recife em 1936 e atualmente mora no Rio de Janeiro. Estudou Filosofia da História em Madri e Londres. Em 1960, ingressou no Instituto Rio Branco e dois anos depois iniciou a carreira diplomática. Serviu nas embaixadas do Brasil em Washington, Madri, Paris, Lima e Barbados, e também nas missões do Brasil em Nova York e Genebra e nos consulados gerais do Brasil em Lisboa e Marselha. É um dos maiores historiadores brasileiros, especialista em História regional e no período de domínio holandês em Pernambuco no século XVII, assunto sobre o qual escreveu vários livros, como Olinda restaurada (1975), sua primeira obra, Rubro veio (1986), sobre o imaginário da guerra entre Portugal e Holanda, e O negócio do Brasil (1998), sobre os aspectos econômicos e diplomáticos do conflito entre portugueses e holandeses. Sobre a Guerra dos Mascates e a rivalidade entre brasileiros e portugueses em seu Estado natal publicou A fronda dos mazombos (1995). Escreveu também O norte agrário e o Império (1984), O nome e o sangue(1989), A ferida de Narciso (2001) e Nassau: governador do Brasil Holandês(2006), este para a Coleção Perfis Brasileiros, da Companhia das Letras. É organizador do volume Essencial Joaquim Nabuco, da Penguin-Companhia das Letras.

sf/