terça-feira, 25 de agosto de 2015

Assembleia Geral extraordinária

Convocação



O Presidente da Academia de Letras de Brasília, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Estatuto Social, convoca os senhores acadêmicos para participarem da Assembleia Geral  extraordinária a realizar-se no próximo dia 27 de agosto deste ano, no Hotel Nacional, em Brasília, Distrito Federal, em primeira convocação, às 12h e, em segunda, às 12h30, com qualquer número de presentes, para apreciação da seguinte pauta:

a)               processo eleitoral para preenchimento das cadeiras de  números: XXXI (José de Alencar); XXXV (Monteiro Lobato; e XXXVI (Mário de Andrade);

b)               criação de novos cargos, funções, e comissões;

c)                posse dos eleitos para os cargos.

Brasília, 15 de agosto de 2015.



Acadêmico José Carlos Gentili
             Presidente

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Eleição de novos acadêmicos

Prezados confrades,

Na próxima 5a. feira, 27 de agosto, em Assembleia Geral a ser realizada a partir de 12h (meio-dia), no Hotel Nacional, teremos a eleição para preenchimento de três (3) vagas de membro efetivo de nossa Academia.
Não é necessário frisar que a presença dos acadêmicos é muito importante.
Para a boa organização do evento, confirme ao nosso Diretor-Tesoureiro, a sua presença - telefone residencial 3242-7245; celular 8465-9652 ou e-mails adearimathea1@hotmail.com  e  arimathea1@uol.com.br.
Traje: adequado para a ocasião - não necessita estola acadêmica.
O Diretor-Financeiro informará o preço a ser cobrado pelo almoço de cada participante.
É permitido levar convidado.
Atenciosamente,
Tarcízio Dinoá Medeiros
Diretor-Secretário.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Medalha e Diploma de Membro Honorário


Dia 30 de julho do corrente ano, às 19h, no Hotel Nacional, a Academia de Letras de Brasilia outorgará Medalha e Diploma de Membro Honorário ao eminente professor DEONÍSIO DA SILVA, presidente da Academia Brasileira de Filologia.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

DIREITO DE AUTOR E BIOGRAFIAS



SEGUNDO O CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO de 10 de janeiro de 2002, Lei Nº 10406


Pelo Acadêmico e Professor IRAN DE LIMA



Texto completo AQUI

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Transcrição das palavras da Excelentíssima Senhora Presidente da República Federativa do Brasil, Dilma Vana Roussef, no programa do Jô Soares.

As palavras da presidente sobre a Bíblia Sagrada... !

" É uma leitura que ela é, envolve de todas as maneiras, além de ser
uma, uma, uma expressão religiosa de uma da, da, da religião da qual
nós, nós a maioria do Brasil compartilha mas, além disso e, é ela tem
uma alta qualidade literária e tem também ( Jô fala; impressionante),
histórica. Então é, é uma leitura, quero lhe dizer o seguinte, pra mim
foi muito importante, principalmente porquê ela trabalha com metáforas e
é muito difícil aí, a metáfora é a imagem, né, que que é isso, que é a
metáfora, nada mais do que você transformar a imagem em alguma coisa.
Não tem jeito melhor de você entender e compreender do que a imagem."


https://www.facebook.com/marcolino.ramos.1/videos/846796418744867/?fref=nf

(Dilma Vana Roussef - Presidente da República)
 

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Á GUISA DE EPITÁFIO A HENRIQUES DO CERRO AZUL


Poeta não morre, se encanta. É o que sucedeu ao poeta Henriques do Cerro Azul ao deixar há pouco o mundo dos vivos e, assim,  nos abandonar. Não há negar, estamos todos órfãos. A poesia está de luto: o poeta dos lumes, das estrelas e da esbórnia univérsica acaba de nos deixar, ficando todos nós cativos de seu mavioso estro,  cujos versos pluriformes tanto admirávamos.
De minha parte e em nome de todos os meus familiares, apresento  minhas condolências, curvando-me ao golpe do destino de nos haver furtado de presença tão solícita, humana e de coração tão puro, como assim o  foi meu amigo, companheiro das letras e confrade incomparável - Henriques do Cerro Azul.
Que repouse em paz junto às estrelas, ao amor, à estética e à beleza, cujos valores soube com habilidade e sutileza decantar na iluminura  de sua autêntica poesia, enquanto desta vida desfrutou.

Murilo Moreira Veras & Família  

Despedida do poeta Cerro Azul

Por Adirson Vasconcelos

Henriques do Cerro Azul, nosso Príncipe dos Poetas, despede-se nesta segunda-feira, dia 4, na Capela 6 do Campo da Esperança. Seu corpo será velado a partir das 9 horas e o sepultamento ocorrerá às 15,30 horas. Às 14 horas, haverá a Cerimônia de Encomendação.
 A viúva, dra. Raimunda Ceará do Cerro Azul, os filhos João, Francisco e Marcelo e as entidades culturais brasilienses convidam para este momento de fé cristã e despedida do bom amigo e confrade.
Uma vida dedicada exemplarmente à família, às letras e à ciência jurídica. Cearense. Membro da Academia de Letras de Brasília, da Casa do Poeta, da ANE-Associação Nacional de Escritores, do Instituto Histórico e Geográfico do DF, da ALMUB, da Casa do Ceará, da Academia Täguatinguense de Letras, da Ordem dos Advogados do Brasil e outras entidades cívico-culturais.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Adirson Vasconcelos no Coletivo de Poetas

Com a participação especial do historiador Adirson Vasconcelos, o Coletivo de Poetas celebra os cinquenta e cinco anos de Brasília (DF) nesta sexta-feira, 10.04, no sarau no Empório Mineiro (CLN 104). Sofia Benitez é a compositora convidada, mostrará ao violão composições próprias.
Confira o programa.
POETAS CONVIDADOS
Anabe Lopes, Antonio Miranda, Nando Potiguara e Reginaldo Gontijo, coautores de FINCAPÉ, do Coletivo de Poetas (Thesaurus).
Os poetas levarão seus livros para autografar aos interessados.
O sarau será apresentado por Alceu Brito Corrêa e Menezes y Morais.
No quadro Poesia na Roda, a plateia é convidada para ler ou recitar poemas.

Caricatura Acleb 1982 - 2003



"Caro Giovani.
Informo ao ilustre Confrade e ao mesmo tempo o esclareço sobre um grande segredo, o qual havia guardado a sete chaves. Além de literato, nas horas vagas e vagas horas, cultivo a arte de HQ.  Tenho muitos quadrinhos comigo, também guardados a sete chaves, por considerá-los de certo modo "inadequados". Também uma coleção de caricaturas sobre Acadêmicos e a ACLEB, desde sua fundação. Portanto, aqui vai o esclarecimento EM PRIMEIRA MÃO: as duas planilhas que apresentei no dia 20.03 no almoço dos 33 anos da ACLEB eu as fiz há algum tempo e a autoria - AJAX - é um dos muitos pseudônimos que uso ou já usei nestes trabalhos. Permito que divulgue ESTE SEGREDO, desde que de bom proveito para nossa ACLEB, pois se constitui minha homenagem aos nossos "SAUDOSOS FUNDADORES", a maioria falecidos.

Um abraço fraterno"

SER ACADÊMICO

                                                Murilo Moreira Veras

Indagas-me,
o que é ser acadêmico
nos dias de hoje.
Dir-te-ei,
em  largas linhas,
os olhos trôpegos, o coração
                   em festa.
Ser acadêmico, hoje, é ter o rosto a prumo,
as mãos alertas
e o andar na vanguarda da esperança.
Ser acadêmico é ter nas letras o seu lema
e traduzi-las com o realismo da virtude.
Se de tua conduta  fazes um íngreme caminho,
não tergiverses.
Seja a realidade a tua luz,
a verdade a vertente mais lídima
                      de teu coração.
Ser acadêmico
é olhar o mundo não com olhos diferentes,
mas como um viandante que busca
pelos caminhos uma resposta
de seu destino e dos outros.
Ser acadêmico
Não é te vangloriares dos teus louros ganhos
– os louros ligeiros passam
no cofre do esquecimento entesourados.
O que te enobrece e exalta,
é o que fazes, o generoso olhar com que acolhes
                          o amor e a luz
                          nos caminhos do mundo.
Sê grande, sem te tornar pequeno
                         – no compartilhar,
sê pequeno, sem te tornar grande
                         – no poetizar.
Se assim o fizeres
e assim o agires,
terás feito da literatura um vergel de luz,
a semear letras
no caminho árido dos homens.
                                                       Bsb, 20.03.15

segunda-feira, 23 de março de 2015

EXALTAÇÃO À EFEMÉRIDE DA ACLEB


Murilo Moreira Veras
Bsb, 20.03.15


Eis que, de fala e cátedra, o Presidente José Carlos Gentili incumbiu este Ad Vitam a saudar nossa literária Arcádia, à sua douta Efeméride.
De gosto e muito bom prumo o faço neste 20 de março – data de seu natalício, atento que sou ao chamado laudatório.

Digníssimo Presidente da ACLEB.
Bravos & incólumes Acadêmicas & Acadêmicos.

Redivivo camoniano, de modestíssimo galardão, mas partícipe sempre da aventura humana, inicio citando o grande profeta da Lusitânia:

... Cantando espalharei por toda parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.”

Acadêmicas & Acadêmicos.

Hoje é-me dado exaltar encontro que não passava de alguns modestos fâmulos literários, em reuniões iniciáticas ao redor da antiga Távola das Letras, primeiro em forma de círculo – o simplório Círculo Literário daqueles longínquos 1980 – dois anos depois escudeiros, quando, a 20 de março de 1982, uma plêiade de jornalistas, poetas, escritores e entusiastas, fundaram a ACADEMIA DE LETRAS DE BRASÍLIA – ACLEB.
Quem eram esses primeiros iconoclastas das letras, seus nomes – nomes esses que hoje se esfumam nas dobras do esquecimento? Que faziam esses viandantes do tempo, cujas pegadas, aqui e ali, ora divisamos, os olhos a luzirem de suas aparições ainda ardentes?
O tempo nos obriga revê-los:

- Newton Rossi, nosso primeiro presidente, figura impoluta,
palavra sincera de orador ardoroso, manifestações vigorosas;

- Wolney Milhomem, orador vibrante, cultura cósmica, escultor da palavra no impressionante “Estróina das Horas”;

- E. D”Almeida Vítor, nosso guardião instalador da ACLEB,o destemido protetor das letras, com seus intrépidos anátemas, verdadeiro visionário cultural;

- Maria de Lourdes Reis, diligente fundadora da Casa do Poeta em Brasília, visionária e combativa, poeta e contista de viés acadêmico;

- Itabajara Catta Preta, o impecável declamador da poética clássica, cujo versejar, sempre luminoso, proclamava seu amor à rediviva Elina;

- Argemiro José Cardoso, aquele que transformou sua matemática em engenharia de letras, filósofo da esperança, disseminando sonhos nas suas pegadas vivenciais;

- Guiomar Travassos Chianca, a matriarca dos versos, musicando as estrelas com sua lírica nordestina, resquícios das plagas de Augusto dos Anjos e José Lins do Rego;

-Victor Tannuri, nosso médico das letras de inspiração prolífica, o cronista que a todos encantava, mercê de suas vívidas impressões, a ternura impressa na alma;

- Eliezer Bezerra, um dos nossos fundadores, espírito combativo, jornalista cultural, responsável pelo ingresso da Academia na Federal das Academias de Letras do Brasil, desde 1985, ele defensor acérrimo de Coelho Netto;

- Olimpio Cruz, que foi uma espécie de bandeirante das letras a brandir o verso com a singeleza de um indianista, abrindo clareiras e manejando o arco e a flecha com a ingenuidade de educador;

- Pedro Celestino da Silva Filho era o que se poderia dizer o idealista meritório que passou pela Academia furtivamente;

- Mauro Cunha Campos de Moraes e Castro é o eterno e eviterno presidente da ACLEB, espírito de galhardia itinerante, cuja poesia, de natureza vocativa e evocativa, frequentava os páramos deíferos, diplomata dos andares e cantares terrenos, espécie de bólido itinerante, espalhando eflúvios de benesses e fantasias nas suas trilhas;

-Corsíndio Monteiro da Silva, acadêmico erudito que enobreceu a cadeira de Rui Barbosa, mandatário de anátemas jurídicos, sua memória transcende os anais literários;

- Dilson Ribeiro, porta-voz autêntico do jornalismo investigativo e cultural, personalidade combativa, inteligência brilhante, seu estro respira o dinamismo de seu estilo;

- Geraldo Freire, nosso confrade que trocou as lides parlamentares pelas letras, orador e poeta, através de cujo ardor expressava a magnitude de seu caráter;

- Joel Barbosa Ribeiro, o padre vocacionado mais para os pleitos do que para conquista de devotos, compartiu alguns anos com nossos sonhos e evolou-se para sempre;

- Arnaldo Setti, fez da Academia pletora educativa, pousando as asas jurídicas nos campos de nossos ideais, como secretário modernizou a entidade com sua figura exemplar;

- Dario Viotti, acérrimo defensor do retorno ao Império, jurista renomado, cujo brilho da magistratura reluziu em nosso meio, mesmo com o pouco tempo que conosco conviveu;

- Guido Mondim, nosso poeta de linguagem pictórica, o artista que magnetizou o País, a nossa Academia o ícone de seu talento, robustecida com a flâmula de seu caráter portenho;

- Áureo Mello, que recentemente nos deixou, encantou-se certamente no torvelinho da suntuária Amazônia, seus versos verdadeiras pérolas a poetizarem o arco-íris iridescente, hipotéticos hipopótamos, tocatas de violinos de vidro, cambaxirras e outros alucinógenos românticos, cujo sabor encantatório nos deliciava ouvir;

- Frei Bernardo Cansi, o nosso João Mohana da ACLEB, mandatário da Igreja que nos ensinou a coerência entre a fé simbólica e a virtuose das letras, andarilho de amor e esperança, que, por curto tempo, iluminou nosso conciliábulo literário;

- Clairê Pires, nobre companheiro de nossos primórdios, inteligente, auditor de nossa oitiva acadêmica, hermeneuta performático do Banco do Brasil e do Banco Central, o qual, depois de, em versos, criticar a rudeza do imposto de renda, confessou-se com o coração já parado, raptado que foi pelas misteriosas asas do destino;
- Abel Rafael Pinto, parlamentar dos mais vigorosos, defensor do direito e da democracia, que se integrou às nossas hostes, colaborando na valorização da dignidade acadêmica;

- Stella Alexandre Rodopoulos, poetisa de simplórios versos, autora de livros infantis, honrou sua Cadeira na Academia;

- Wilson da Silva Nunes, professor de música, violonista, compartilhou pouco tempo seu brilho e gentileza conosco;

- Luiz Adolfo Pinheiro, nobre jornalista, escritor, de pouca convivência conosco, mas nosso divulgador cultural na mídia;

- Joany de Oliveira, poeta, educador, antologista, contribuiu com sua erudição e conhecimento para engrandecer nosso meio;;

- Dom Geraldo do Espírito Santo Ávila, cônego que nos honrou com seu prestígio, enriquecendo a Academia com a sabedoria religiosa;

- Augusto Estelita Lins, o semiólogo teórico que inseminou em nosso meio o simbolismo da cátedra acadêmica em função do culto às letras.

-José Júlio Guimarães Lima, jornalista, personalidade marcante, tendo contribuído nos primeiros passos da Academia;


Esses são os nossos grandes homenageados neste instante-ágape. Em ágora solene, sob o fervor acadêmico, celebramos o natalício de nosso redil literário, que é a Academia de Letras de Brasília.
Que tais louvações não se rejubilem em Baco, Dionísio ou Apolo. Que nos desencante o eufemismo de Zeus, refugiado em seu mítico Elíseos. Nem nos deixemos fruir dos ardores e fervores de Eros e Cupido, pois suas flechas agora nos são desúteis.
Para com esses deuses mitológicos façamos como fez Camões nos Lusíadas: ironizemo-lhes os falsos feitos. Ao invés, glorifiquemos a aventura humana, em vez de deuses, nossos confrades, anteriores e atuais. Bendigamos nossos Amigos, os Grandes Escritores, a Pátria, o lugar onde nascemos.
Á feição da ágora platônica do Saber, celebremos nossa Arcádia e sonhemos que ela prolifere em frutos bons, fortes e sadios, para ousarmos dizer como disse o autor dos Lusíadas:

... Mais razão há que queira eterna glória
Quem faz obras tão dignas de memória.”

A ACLEB ergueu-se ao sabor do tempo, são 33 anos de trabalho, nossas obras, pois, dignas de memória.

Favoreceu-a, não há negar, bons ventos, em determinadas estadas de sua evolução até burocrática, mas hoje progressista, ao adotar dinâmica empresarial. Vimos alcançando, a passos velozes, o congraçamento ágil, buscamos o sumo bom no sumo bem, com resultados concretos, tudo isto em prol de um tempo melhor, uma vida melhor, rica e frutuosa, de uma imanência pobre ousamos alcançar a transcendência áurea.
Para tanto, ilustra-nos o advertir camoniano (Canto IX, estância 18):

... Do Padre Eterno, e por bom gênio dada,
Que sempre os guia já de longos anos,
A glória por trabalhos alcançada,
Satisfação de bem sofridos danos,
Lhe andava já ordenando, e pretendia
Dar-lhe, nos mares tristes, alegria.”

Para encerrar, invoco a sabedoria de Minerva ou Atena, para selar este Conciliábulo, de apreço e mui considerável mérito.

Não nos contentam o simples limiar da Glória, mas, sim, o iluminar AD LUCEM de sua iluminura – para cima e para o alto. Deveras.

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Discurso proferido no dia 20 último em homenagem aos 33 anos da ACLEB
 

sexta-feira, 13 de março de 2015

Entre um Café, uma Prosa José Carlos Gentili

"Nessa edição do Entre um Café, uma prosa, a repórter Yonara Santos conversou com o Presidente da Academia de Letras de Brasília, José Carlos Gentili. Acompanhe a entrevista e saiba mais sobre a história pessoal e profissional de um dos primeiros moradores de Brasília."

Acesse a RTV Caatinga no endereço rtvcaatinga.univasf.edu.br e a reportagem neste link.




terça-feira, 10 de março de 2015

Encontro em Lisboa

Reunião entre os presidentes da Academia das Ciências de Lisboa e o presidente da Academia de Letras de Brasília.

Luis Ayres-Barros, Jose Carlos Gentili, Artur Anselmo e
Malaca Casteleiro
Outros flagrantes da reunião:


Acadêmico João Malaca Casteleiro e José Carlos Gentili

Doutor Joze Trontelj, presidente, e Mateja Snoj, vice, da Academia de Ciências e Artes da Eslovênia

José Carlos Gentili, Doutor Joze Trontelj, presidente, e Mateja Snoj, vice, da Academia de Ciências e Artes da Eslovênia

José Carlos Gentili e Doutor Joze Trontelj

sexta-feira, 6 de março de 2015

Gladstone Library

A Gladstone Library, no País de Gales, em Chester, mansão do extraordinário Ministro inglês que se constitui num hotel dentro de uma livraria.